Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

Antagonismo

 

O Benfica em Portugal é amado ou odiado, não há meio-termo.

A maioria dos estádios portugueses enche de entusiasmo Benfiquista. Fora deles, seja em papel ou ecrã, noticias ou debates, prevalece a aversão.

Com os outros, um erro do árbitro ou de um jogador poderá vir a ser notícia, com o Benfica é 1ª página, destaque de noticiário e tema principal de debate num qualquer programa desportivo.

Fosse Roberto jogador do Sporting, ainda hoje teria condições de ser o titular da baliza, já Patrício no Benfica sujeitava-se a ver a selecção pela televisão.

Um jogador emprestado pelo Benfica é monitorizado ao segundo, os dos outros passam despercebidos. Rui Fonte é hoje tema de notícias e opinião, como foram Miguel Rosa e Deyverson na 1ª volta, debate-se a verdade desportiva. Já as ausências de Quinones, Kleber, Kayembe ou dos Andrés, entre outros, são ignorados.

Trata-se de uma estratégia há muito utilizada para persuadir e convencer o auditório. Argumentos para legitimar opiniões inquinadas, sendo os meios de comunicação os principais veículos da propagação da ideologia.

Cabe a cada um dos Benfiquistas contribuir para o fracasso desta estratégia e isso implica cortar o seu financiamento. Sempre que o Benfica joga fora, há sempre o café onde se pode assistir ao jogo e passar os olhos pelo jornal. Não é o mesmo que a comodidade do sofá lá de casa, mas o resultado é identico, ver o Benfica. E fica mais barato.  

 

            

publicado por Tasqueiro às 14:07
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