Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015

O derbi contemporâneo

 

Quis o destino que o Benfica marcasse o golo do empate aos 92+1. Sendo o primeiro, um número "fetiche" dos lagartos, não deixa de ser cómica a coincidência de o outro, estar associado ao sócio, na altura, concentradíssimo.

 

Num jogo com excesso de coração, praticamente não se jogou futebol. O Sporting deu tudo, mas só conseguiu marcar aproveitando um erro do adversário. O Benfica jogou no erro, só pecou por ter errado também.

 

Não sei se seria diferente para melhor, mas já que o objectivo era jogar na espectativa, e tendo um elemento a menos no meio campo relativamente ao adversário, preferia ter Talisca, ou mesmo Pizzi, em vez de Lima. Jonas, no melhor lance do jogo (A.Almeida), teria atirado à baliza em vez de servir o companheiro de ataque.

 

Infelizmente os petardos continuam, com a agravante de serem arremessados contra pessoas, situações recorrentes de maus comportamentos, que já devia de ter sido resolvidos à boa maneira inglesa. Os dirigentes do Sporting protestam, em vez disso devia olhar-se ao espelho e deixar-se hipocrisias. O problema é geral e não há ninguém que faça o quer que seja para o resolver. Não basta dizer que quer ou vai fazer, exige-se actos.

 

Os dois próximo jogos são com o mesmo Clube, apesar de o Benfica ir apresentar equipas substancialmente diferentes, o resultado quer-se o mesmo, vitórias. De preferência com nota artística.

 

                        

publicado por Tasqueiro às 17:01
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