Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

Empate amargo

 

O empate do Benfica foi um mau resultado. A prova são os festejos da equipa adversária. O Benfica foi superior, falhou apenas no momento de concretizar. Não foi Casillas que impediu a vitória do Benfica, ele apenas se limitou a defender as bolas ao seu alcance.

 

Lá em cima são exímios em psicologia. São muitos os exemplos, mas Maxi e as repetidas atitudes para com antigos colegas e adeptos do Benfica, são bem demonstrativas disso.

 

Os profetas, que vaticinavam uma mudança na liderança do campeonato, viram agora baterias para Alvalade. Mais uma novela que aí vem.

 

Aguenta Benfica.

 

                        

 

publicado por Tasqueiro às 15:36
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Insuficiente

 

O Benfica foi a Paços de Ferreira jogar a continuação da liderança no campeonato. O jogo antecedia o clássico (jogo que vai ter papel importante na decisão do campeonato) e por isso era de grande importância vencê-lo. Num clássico é sempre melhor ir a jogo em vantagem pontual sobre o rival. Não aconteceu.

 

Entrámos no jogo de forma demasiadamente calma. Durante o jogo perdeu-se muito tempo em passes para o lado e para trás (começa a ser uma imagem de marca deste ano). As jogadas fizeram-se a ritmo demasiadamente baixo o que tornou difícil a tarefa de entrar em zonas de decisão. As bolas paradas são inofensivas (em cantos então tem sido um deserto), o que indicia pouco trabalho nesta matéria.

 

Do outro lado, como sempre, estiveram jogadores que defenderam com unhas e dentes cada pedaço de terreno, não tendo faltado as respectivas entradas agressivas (para não dizer outra coisa). O árbitro, como tem vindo a ser hábito, ficou-se pelos avisos.

 

Resumindo: pouca intensidade, poucas ocasiões, nenhuma eficácia, zero golos. Quando é assim, o máximo que se pode almejar é um empate.

 

Valeu o golo de João Carvalho.

 

     

publicado por Tasqueiro às 14:15
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Terça-feira, 14 de Março de 2017

Jogo (d)e bastidores

 

O Benfica fez o que lhe competia, ganhou o jogo e os respectivos 3 pontos. Na ressaca de um jogo de Champions, com um resultado pesado, que provocou não só desgaste físico como também psicológico, a equipa esteve à altura do momento, manteve a liderança.

 

A comunicação social desportiva está de rastos. Arrasta-se pela imundice a que chamam jornalismo. Nas conferências de imprensa, com particular incidência nas do Benfica, pouco se fala de futebol. Interessa apenas criar polémicas, actuam sem respeito por quem seja, dos microfones apenas saem especulações trasvestidas de perguntas. Ontem um dos alvos foi Miguel Rosa, o rapaz foi “acusado” de ser mal-intencionado no lance do 1º golo do Benfica. Talvez por ser demasiado sugestivo, não foi também “acusado” de intensionalmente acertar no poste.

Com toda esta gente a “marrar” no vermelho, não convém dar abébias na BTV. Imparcialidade é ser neutro, expor por palavras o que vai acontecendo em campo, com verdade e isenção, ou pelo menos tentar. O que vi foi comentadores preocupados em parecerem tão imparciais, que acabaram por ser tendenciosos em prejuízo do Benfica.

 

Há que estar atento, nada é deixado ao acaso e todos os pormenores são tidos em conta, joga-se dentro e fora do tabuleiro.

 

A crónica que hoje vem na bola (sem plágio) pode muito bem ser um incentivo a favor do Benfica. Excelente tema para debate no balneário encarnado.

 

                   

publicado por Tasqueiro às 14:29
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Quinta-feira, 9 de Março de 2017

Mentalidade

 

Quando formos capazes de erradicar, de vez, os medos e sentimentos de inferioridade, podemos encarar o jogo de forma desinibida e exibir todo o potencial.

 

O resultado não espelha a diferença de qualidade dos jogadores entre as duas equipas, pelo menos no que se refere à parte técnica. Relativamente à táctica já tenho as minhas dúvidas (Tuchel muito superior a Vitória).

 

Mais importante que o investimento em campos de treino e infraestruturas é progredir na mentalidade. Se todos acreditarem nas suas capacidades, melhores serão as suas prestações e mais próximos vão estar do sucesso.

 

Foi assim que o Dortmund deu a volta à eliminatória.

 

      

publicado por Tasqueiro às 10:41
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2017

Vitória importante

 

Jogo muito competitivo, sem muitas ocasiões de golo. O Benfica marcou 2 golos (1º foi anulado), Mitroglou teve um falhanço incrivel à boca da baliza e Júlio César viu a bola bater no poste, estes foram os lances mais relevantes da partida.

Braga fez o melhor jogo da temporada, duvido que façam exibição semelhante no resto da época.

Arbitragem inclinada. Apitou sempre a qualquer queda dos jogadores do Braga e foi bastante condescendente com as faltas sofridas pelos jogadores do Benfica. O golo anulado é discutível, dá-se o benefício da dúvida, o lance corrido é de difícil análise. Onde não há dúvidas é na falta sobre Sálvio, erro grave. O puxão a Mitroglou foi evidente, infelizmente o grego não caiu e o lance passou em claro.

 

Desde a dita reunião dos clubes com a arbitragem que o Benfica tem sido prejudicado sucessivamente. Coincidência ou não, foi também a partir dessa altura que os ânimos acalmaram, até porque o outro candidato já não tem qualquer observação a fazer.

Bastou o Benfica pedir esclarecimentos ao concelho de arbitragem para cair o carmo e a trindade.

 

Haja paciência.

 

                   

publicado por Tasqueiro às 15:05
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017

A vitória do descontentamento

 

Intensifica-se o anti-Benfiquismo, um pouco por toda a comunicação social desportiva.

 

Um verdadeiro milagre o resultado do Benfica na Champions. Segundo os entendidos da cs, o resultado é uma enorme injustiça, os alemães deviam de ter saído da luz ovacionados após terem infligido uma valente goleada aos encarnados de Carnide.  

Resta a esperança da 2ª mão. Na Alemanha é que vai ser, Thomas Tuchel e os seus jogadores vão, finalmente, humilhar o Benfica e encaminhá-lo para o tão desejado abismo. Viva o Porto carago.

 

Até quando vão os Benfiquistas sustentar esta gente?!

 

                                    

publicado por Tasqueiro às 10:20
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2017

Da estética à plástica

 

Em Portugal, o critério de análise à arbitragem usado é o de dar destaque aos lances polémicos hipotéticamente favoráveis ao Benfica ou prejudiciais aos dragartos. 

 

Por exemplo, depois de tanto ruído em torno da arbitragem, o jogo de Setúbal (15ª jornada), ao minuto 71 houve uma grande penalidade indiscutível contra o Sporting que foi ignorada. 

Já este fim-de-semana, em Alvalade, o 2º golo dos lagartos é procedido de um fora-de-jogo, lance difícil de analisar, no entanto não deixa de ser um erro de arbitragem. Mais silêncio.

 

O Porto consegue um empate em casa, no entanto houve um penálti a favor o Paços que ficou por marcar. Também aqui houve silêncio.

 

 

O Benfica foi a Guimarães ganhar de forma indiscutível, no entanto:

 "O segundo golo do Benfica é legal, ainda que plasticamente e esteticamente, o árbitro devesse ter tomado outra decisão e interrompido a jogada aquando da falta de Lindelof". 

(Pedro Henriques / ex-árbitro - comentador Sportv)

  

 Resumindo:

 

Os dragartos tiveram lances mal ajuizados, com prejuízo para os respectivos adversários, mas pouco interessa porque esteticamente foram irrepreensíveis. 

  

Já o Benfica, apesar das decisões acertadas, o “expert” não gostou da estética de um lance e decidiu fazer-lhe uma plástica, apimenta-se a coisa, desvia-se atenções e mantem-se a contestação.

 

Acorda Benfica.

 

                          

publicado por Tasqueiro às 11:39
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016

O habitual

 

Já se estava a perder mas este ano recuperou-se a tradição. O jogo da vida de uns contra o bloqueio mental de outros.

De certo modo compreendo os jogadores do Benfica, não deve ser fácil levar com todo aquela raiva e ficar indiferente, mais as ausências, era de facto uma tarefa hercúlea.

Uma palavra de admiração e gratidão para os adeptos Benfiquistas presentes, uma autêntica demonstração de amor e principalmente de coragem.

Uma arbitragem tipo agre e doce. Se por um lado não se deixou levar por simulações, também não as puniu. Faltas só mesmo em território vermelho, do outro lado o mar estava “flat”. 

E assim se passou mais um dia de festa, pelo menos assim se tenta vender o momento. O ódio e o medo, sentimentos tão comuns em estado de guerra.

 

          

publicado por Tasqueiro às 16:08
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2016

LIDER

 

Um Benfica em crescendo. Claramente um jogo superior ao conseguido frente ao Besiktas.

 

Isto com avançados é outra coisa, Mitroglou decisivo.

Grande jogo de Grimaldo, a continuar assim fica pouco tempo no Benfica.

Fesja é o jogador mais importante do plantel, a trave mestra. Nem a fífia mancha a sua exibição.

 

 

Peseiro e seu adjunto falam em injustiça reclamando várias oportunidades, que a serem concretizadas seria o belo e o bonito para o Benfica.

Declarações azedas, extremamente injustas, cujas justificações eles próprios anulam com a verdade a fugir-lhes da boca.

 

 “Na primeira parte o resultado era injusto, pelas oportunidades e porque dominámos em alguns momentos. O Benfica ficou à espera do nosso erro. No fundo, jogámos bem, mas infelizmente sofremos dois golos em dois ressaltos.”

(José Peseiro – treinador principal do Braga)

 

 

“Ao intervalo o 1-0 já era claramente injusto. Por nossa culpa e por responsabilidade do Júlio César.”

(Alexandre Santos – treinador adjunto do Braga)

 

Pois é, uma chatice as oportunidades não contarem para o resultado e dominar em alguns momentos, infelizmente, também não. Responsabilidade directa no resultado teve Júlio César, um atropelo à verdade desportiva, defesas que nunca deviam ter acontecido.

 

Que rica justiça a deles, as oportunidades do adversário não contam para o totobola e o domínio do Benfica é irrelevante. Ressaltos também os tiveram, talvez a melhor oportunidade de todo o jogo na fífia dada por Fesja, mas isso passa-lhes tudo ao lado, assim como a defesa da noite, preconizada por Marafona.

 

Não se trata apenas de mau perder, há ali rancor.

 

 

Pois que continuem assim por muito tempo, é sinal de que o Benfica está no bom caminho.

 

Carrega Benfica.

 

          

                

publicado por Tasqueiro às 16:30
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2016

Justiça no resultado

 

O Benfica conquistou a Supertaça ao ganhar o Braga por 3 bolas a 0. Isto é um facto. O Benfica introduziu a bola dentro da baliza do Braga por 3 vezes, o Braga marcou 0.

 

Fala-se muito, e mal, sobre a justiça deste resultado. Há e tal o Braga teve mais e as melhores oportunidades, lamentam-se.

 

Pois então vejamos:

 

 - O Braga teve 5 oportunidades reais de fazer golo: em 3 delas, Júlio César afastou os remates com os punhos numa outra efectuou, com sucesso, uma saída aos pés de Rafa, e há ainda o falhanço do mesmo Rafa com a baliza totalmente aberta.

 

- O Benfica teve as mesmas 5 oportunidades reais de fazer golo: em 3 delas efectivou-as, outra foi ao poste e houve ainda um falhanço de Cervi, que não foi tão escandaloso como o de Rafa pelo facto de ter o guarda-redes pela frente.

 

Não se trata de justiça ou a falta dela, trata-se sim de uma visão tendenciosa dos factos. Ambas as equipas tiveram 5 oportunidades (total de 10), as melhores 4 foram do Benfica, 3 golos e uma bola ao poste. Factos.

 

Se disserem que o Braga jogou melhor a maior parte do tempo (atenção que o Benfica teve mais posse de bola), até dou de barato, mas o certo é que não foi suficiente. Alem disso, em apenas uma ocasião o golo podia ter efectivamente acontecido, não aconteceu por falta de eficácia (Rafa). Nas restantes oportunidades está o facto de o guarda-redes (Júlio César) ter sido eficiente.

 

Ganha quem marca mais, e se houver mérito nos golos, a justiça é plena.

 

Parece que alguns já se esqueceram que Portugal foi campeão europeu.

 

                               

 

publicado por Tasqueiro às 14:41
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