Quarta-feira, 8 de Outubro de 2014

Goleada de e com estreias

 

Para alem da vitória e dos 3 pontos, também gostei bastante da estreia de Lisandro, Pizzi, Jonas e Derley.

Lisandro já o conhecia da outra pré-época, tendo ficado com boas recordações. Fez um jogo bem conseguido, evidenciando no entanto alguma falta de ritmo e entrosamento, natural de uma estreia. Esteve perto de marcar na sequência de um canto, característica que felizmente possui.

Pizzi jogou muito pouco para que se possa adiantar qualquer coisa, no entanto ficou claro que possui bons pés.

Jonas entra para a história, uma estreia com golo. Revelou ter classe, é de remate fácil e espontâneo, o que é uma excelente notícia. Começou da melhor maneira.

Estreia também para Derley, neste caso a marcar, que seja o primeiro de muitos. Com Talisca em brasa e Lima no estaleiro, pode ser a oportunidade de agarrar a titularidade.

 

É sempre importante recordar que Jesus não pôde contar, desde o início do Campeonato com Sílvio, Fesja, Ruben Amorim e Sulejmani, a quem neste jogo se juntaram Jardel e Enzo. Gaitan também saiu com queixas.

Vem agora um intervalo de duas semanas devido, (infelizmente) a dois jogos da selecção e (felizmente) a eliminatória da Taça de Portugal, com o Covilhã.

 

O árbitro deixou jogar tanto, tanto, tanto, que cheguei a pensar que se tinha esquecido dos cartões no balneário. Nada de estranhar, até porque durante estes anos todos (e já lá vão bastantes), o Benfica teve sempre inícios de épocas dificultadas por arbitragens extremamente adversas.  

O Xô Presidante da naçon explica: O objectivo é atrasar, desmotivar, fazer duvidar capacidades.

                    

        

publicado por Tasqueiro às 11:46
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014

IDIOSSINCRASIAS

 

 

A estreia na Champions não correu bem. O Benfica perdeu o jogo, os 3 pontos, 1 Milhão de €uros e atrasou-se na corrida por um lugar na tabela que dá acesso à fase seguinte (e a mais Milhões de €uros).

 

O jogo terminou com uma demonstração de amor, fé e cumplicidade, por parte dos Adeptos. Cantou-se Benfica, de forma tão sentida como espontânea. Foi arrepiante.

 

Notável foi também o comportamento dos Benfiquistas presentes no Estádio, para o jogo da 5ª jornada do campeonato (contra o Moreirense), que após o golo sofrido e a fraca exibição até então, mantiveram o apoio à Equipa. Deram ânimo, ficando assim, directamente implicados na reviravolta. Um bem-haja para todos eles.

 

 

 

Os fregueses habituais dos pasquins e devoradores de programas desportivos devem estar perplexos. Afinal os milagres acontecem. Uma equipa alienada, claramente insuficiente para lutar com os outros 2 colossos, está na frente e isolado. Um aglomerado de júbilo e melancolia (consoante a cor clubística) percorre o rebanho, juntos na ingenuidade mas separados pelo sentimento.

 

Os pregadores, esses, perante o paradoxo, apontam o dedo às arbitragens. Tal como Jesus transformou água em vinho, os oradores de serviço, transformam as vítimas em réus (uma verdadeira analogia bíblica). Tudo depende do ponto de vista, quando não convém, só os burros é que falam nas arbitragens, até porque no fim, feitas as contas, a balança fica equilibrada. O problema é que, presentemente, o Campeão segue isolado em 1º lugar.

 

             

publicado por Tasqueiro às 16:35
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

8,6 Milhões

 

 

Eheheheh, estou que nem me posso para ver certas reações.

 

 

    

publicado por Tasqueiro às 21:41
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Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

Sei mas não digo

 

Esta semana num programa (tipo desportivo) de um canal nacional, um Sr. (julgo que jornalista) qualquer coisa Batista, deu numa de “sei mas não digo”. Afirmou, com toda a convicção, que o Benfica (julgo que se referia à SAD) tinha um (ou até mais) “Bufo”.

 

Ora portanto, um bufo é daquelas pessoas, tipo artista de cinema, que demonstra ser uma coisa (tipo patriota) mas, que no fundo no fundo, anda a vender material secreto (tipo fotocópias) ao país inimigo.

 

Esse fulano (o jornalista), até pode ter boas intenções (e até ser Benfiquista?), mas na realidade não só, não ajuda, como ainda o enterra mais. São pessoas cheias de grandes ideias e ideais, muito humanas (quando se trata de Nuno Gomes) e depois riem-se (tipo desprezo), ao vivo em directo e a cores, de PESSOAS como Balboa e Adu.

 

Na minha (tipo modesta) opinião, dispenso esse tipo de merdas, porque não valem a ponta de um pintelho (tipo financeiro). É como um cheque cheio de números, mas sem cobertura.

 

Quanto ao Sr. que é bufo, a ser verdade (tipo bastante provável), não é noticia, mas núticia, que põe em pelota toda a perspicácia e inteligência dos seus colegas de trabalho (tipo os da SAD).

 

Em comunicado, o Benfica (ou serão os colegas do bufo?), vêm informar que esse Sr. Batista irá responder, perante as instâncias de Direito, a toda a difamação (ou informação, consoante as provas apresentadas pelo Sr.).

 

 

 

Entretanto o Centro de Treinos mais noticiado do país é inundado por um mar de gente (malta Benfiquista), que aplaude (calmaria antes da tempestade) uma imensidão de atletas. No meio desta infinidade de pessoas, terá de haver espaço para mais, pois ainda não chegaram todos e, mesmo assim, ainda há lacunas por preencher.    

 

                

publicado por Tasqueiro às 16:09
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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

O derby em tópicos

 

 

  • Roberto ainda não aprendeu a sair aos cruzamentos.

 

  • Correcta a decisão, pénalti bem assinalado.

 

  • Nota para Cardozo. Pénalti = fuzilamento.

 

  • Salvio sofre empurrão dentro da área. Pénalti por assinalar.

 

  • A equipa (nem todos) anda cansada.

 

  • Prefiro Jara do lado direito.

 

  • 3 minutos de descontos. Está de acordo com o n.º de substituições, mas, então e as paragens?

 

  • Golo nos descontos. Sorte ou competência?

 

  • Vitória justa. Quem desiste não merece recompensa.

 

  • Couceiro ridículo. Justifica desaire com ausência de cartão amarelo.

 

  • Rescaldo na tv envolto de azia. Sugiro Renni.

        

 

         

publicado por Tasqueiro às 16:43
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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

Uma Chama Imensa

 

As duas ultimas vitórias, já lá vão 17 consecutivas, são o exemplo da raça, do querer e da ambição deste plantel.

 

Na Alemanha fizeram história, com momentos de excelente futebol, não só, conseguiram seguir em frente na competição, como mataram o “borrego” com meio século de duração. Foi uma exibição categórica, que fortaleceu o plantel e abre boas perspectivas nesta competição.

 

Ontem, na Luz, os nossos bravos jogadores fizeram de mim um crente. Confesso que já não acreditava na vitória e estava, de certa maneira, aliviado por ter terminado o suplício de andar a correr atrás de uma ilusão (campeonato). Foi, pois, com um misto de surpresa e felicidade que vi Coentrão a opor-se, com um golo nos derradeiros segundos, à “norma” estabelecida no início do campeonato.

 

Continuamos na corrida e nem o cansaço, nem as arbitragens (manhosas), nem os clubes alinhados à “causa da naçom”, nos fazem desistir dos objectivos traçados.

 

A tarefa dos “avençados” complica-se de jogo para jogo, começa a ser difícil desvalorizar esta equipa. A cada vitória conquistada, vão-se escasseando os pretextos. Na invicta foram os erros do adversário, em Alvalade idem “”, na Alemanha realçou-se a posição inferior do Estugarda  no campeonato , e ontem na Luz falou-se em sorte.

 

Mais norte, já se adquire pacotes de vitórias via Tv. Tinha razão Ferguson, quando disse que há clubes que compram campeonatos no supermercado, pelos vistos até há promoções, aos 5 sai mais barato.

 

 

P.S.: Parabéns Benfica. 

                 

publicado por Tasqueiro às 14:31
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

Critérios de opinião

 

Opiniões, após o jogo, vão no sentido de que o mérito, do resultado do clássico, vai todinho para o erro. O 1º golo é mérito do erro de Maicon e o 2º do erro de Fernando.

 

Temos, portanto, uma vitória do erro. Não 1 mas 2, tantos quantos os golos. Estou certo que seria um atrick se Helton não tivesse efectuado a defesa da noite. Pode-se dizer que, naquele momento o erro errou.

 

Também as ausências de Walter, Fucile (opção), Álvaro Pereira e Falcão (lesão) tiveram um peso enorme na vitória do erro. Algum mérito também para Vilas Boas, sem a sua visão, o erro provavelmente não jogava e, teríamos uma partida sem golos.

 

Fosse o “incrível” a marcar os golos e o erro não teria todo este protagonismo. O 1º teria sido devido á força e ao instinto goleador, o 2º ter-se-ia resumido à pontaria e potência de remate.

 

O futebol não é uma ciência exacta, facto que leva a que os critérios opinativos também não o sejam.

 

As opiniões, são isso mesmo, opiniões. Temos que as respeitar, sem que, necessariamente, tenhamos de concordar com elas, até porque, nem os opinadores concordam sempre com os seus próprios critérios, eles mudam consoante os casos e os protagonistas.

 

Poderia exemplificar o fenómeno com as declarações antagónicas de Vilas Boas sobre árbitros e arbitragens, num dia não passa de entretenimento, noutro já têm importância, principalmente se o árbitro for Elmano Santos a arbitrar um jogo do Benfica.

 

No entanto vou exemplificar com um caso que se passou no café onde estava a ver o jogo. Logo nos primeiros minutos de jogo, os jogadores da casa, quando caíam ao mínimo toque, (situação que permitiam livres perigosos à entrada de área Benfiquista), saltavam os Benfiquistas indignados, a revolta era prontamente desvalorizada por um andrade: “O árbitro apitou e isso é que conta, ele é que sabe”, afirmava ele. Passados alguns minutos e já com um resultado desfavorável (o Benfica já ganhava), o critério opinativo do andrade mudou. Agora saltava ele de visivelmente irritado: “Então não é falta?”, “Mas aquilo é alguma falta? só assim é que conseguem ganhar”. Um verdadeiro “case study”.

 

Este fenómeno também se aplica a analistas de arbitragem. Conseguem ver pormenores, ou não, consoante os casos e os protagonistas. Vem isto a propósito de um caso com Coentrão e o Belluschi na área Benfiquista. O jogador andrade ao atirar-se para o chão puxa a camisola de Coentrão arrastando-o consigo para fora das quatro linhas. Belluschi, nada satisfeito ao levar com o adversário em cima, agride Coentrão como uma palmada na cabeça.

 

Os visionários analistas, neste lance, pedem um amarelo para ambos:

 

“A Coentrão por ter simulado uma falta que não existiu” e “a Belluschi por ter tido comportamento anti-desportivo”, ou melhor ainda, “O movimento brusco de Belluschi acaba por não poder ser considerado um comportamento violento”.

 

Tratam-se, pois, de prodígios da observação e dedução, de fazer corar Sherlock Holmes.

 

 

 

 

Fez bem JJ em denunciar mais um acto de vandalismo à Casa do Benfica de Gaia, caso recorrente que é ignorado pela comunicação social e que irremediavelmente fica sempre sem a devida punição. É mais importante falar de um qualquer desentendimento entre JJ e um jogador da equipa adversária.

 

Tal como JJ, também eu queria deixar aqui o meu enorme agradecimento a todos aqueles corajosos Benfiquistas (e que coragem) que marcaram presença e apoiaram os Nossos Gloriosos Atletas do princípio ao fim.

 

 

                 

publicado por Tasqueiro às 17:02
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Uma criança num mundo de adultos

 

Enquanto os árbitros mantêm a distância de 8 pontos, o “miúdo” vai criando distracção para desviar atenções.

 

Não é que JJ tenha tido um comportamento exemplar, a escaramuça com o jogador do Nacional merece punição.

 

Há, no entanto, uma grande diferença entre os devaneios nervosos do “miúdo” e a reacção de JJ.

 

O “miúdo” quer meter tudo no mesmo saco e, qual birra infantil, reclama que o outro foi mais mau do que ele.

 

Há que esclarecer:

 

JJ, já depois de ganhar o jogo (é preciso referir), e à saída do relvado, reagiu intempestivamente a palavras e quase entrou em vias de facto. Coisas de adultos portanto.

 

O “miúdo” ficou nervoso e entrou em modo de birra, quando nos jogos em que se viu em dificuldades não foi ajudado como habitualmente. Coisa de crianças portanto.

 

 

Quanto aos protestos do “miúdo” relativamente à diferença de protagonismo nos média, é fundamental alguém explicar-lhe a importância da pedagogia e a necessidade de educar as crianças.

 

             

publicado por Tasqueiro às 10:50
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

A Taça, o mercado e o folclore

 

Foi em ritmo de treino, mas com muita competência, que o Benfica goleou (5 x 0) o Olhanense e deu mais um passo para a final no Jamor.

 

O clube que se segue é o Rio Ave, nos quartos de final, será a 3ª equipa consecutiva da 1ª Divisão que sai ao Benfica (SP.Braga – 4ª eliminatória e Olhanense – oitavos de final), nesta edição da Taça.

 

Da 1ª Divisão restam, Vitória de Guimarães, Académica, Rio Ave e o Benfica. O FCP também lá está, mas já se encontra nas meias-finais, quando se apanha “pexotes” é assim, anda-se mais depressa.

A outra equipa ainda em luta na Taça de Portugal é o Merelinense, que irá medir forças com o Vitória.

 

 

 

Agora o mercado.

 

Certos estão Jardel (central) e Fernandez (extremo), mas segundo os jornais, ainda estão na calha, alguns com pré-acordos, Carol (lateral), Taiwo (lateral) e Nolito (extremo).

 

A maioria vem em final de contracto, pelo que o Benfica não irá despender muito dinheiro nas aquisições, em todo o caso, não deixa de ser muita “gente” (vencimentos) a juntar aos que já cá estão.

 

Em sentido contrário está Fábio Faria, que foi emprestado ao Valladolid, equipa da 1ª Divisão de Espanha.

 

Pelas entradas, prevejo tempos difíceis para Miguel Vitor (central), Rodrick (central), Sidnei (central), Fábio Faria (central), Cesár Peixoto (lateral – não vai deixar saudades), Urreta (extremo) e um sem número de jogadores da formação, para os quais esta época será a ultima nos juniores.

 

David Luiz deve de estar de saída, Coentrão também e Salvio é uma incognita (preço anda nos 8 milhões), ele é bom jogador, mas valerá o dinheiro?

 

 

Resta o folclore.

 

Chamo-lhe folclore porque não sei como hei-de denominar as afirmações do Vilas Boas.

Diz ele que quer fazer história no futebol português ao ganhar por 3x consecutivas a Taça de Portugal, as ultimas 2 foram vencidas pelo seu clube, e esta, seria a 3ª consecutiva, um facto histórico diz ele.

 

Bem, só se for no clube onde treina, porque no Campeonato português, há mais que um tri, o Benfica consegui-o (nas épocas entre 1984 e 1987) e o Sporting também (1944 a 1948 – na época 46/47 não houve edição da Taça).

Vejam bem que até há, quem tivesse ganho a Taça 4x consecutivas. A proeza é do Benfica, conseguida entre o ano de 1948 e 1953 (na época de 49/50 não houve edição da Taça).

 

Os média são tão competentes, que para além de ainda não terem desmentido Vilas Boas, ainda pactuam com o erro dando-lhe cobertura, com se as afirmações estivessem correctas.

 

Como diria Fernando Pessa, e esta hein?

 

 

                 

publicado por Tasqueiro às 10:38
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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

Competição menor

 

Pelos vistos a Taça da Liga é uma competição menor, sem interesse, mal concebida, que só favorece os grandes, mas que não compensa os vencedores. E assim irá permanecer, até que o vencedor seja devidamente premiado, quer monetariamente, quer em acesso às competições europeias.

 

E é esta a visão opinativa jornaleira.

 

Ficamos a saber que, por exemplo James Rodriguez, que é formidável no campeonato, não passa de uma figura vulgar nesta competição.

 

Outro facto que desprestigia esta competição, são aos guarda-redes suplentes da mesma equipa de James, ao cometerem muitos erros nestes jogos, retiram valor à Taça.

 

Temos, portanto, uma competição com pouca utilidade, que não passa de um estorvo para as equipas com sérias ambições no campeonato nacional e na Europa.

 

Seria de bom senso, os responsáveis começarem a pensar em mudar os moldes desta competição, formatá-la mais à imagem da Super Taça, essa sim, uma competição interessante.

 

Enquanto assim for, a Taça da Liga não terá grande importância no panorama desportivo nacional, a não ser que o Benfica decida partir para o boicote.

 

 

                                

publicado por Tasqueiro às 11:28
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