Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018

Pré-época – 6º Jogo (International Champions Cup / Eusébio Cup)

 

O último jogo de pré-época termina com uma derrota. Não tendo sido de maneira nenhuma desonrante, foi de certa forma preocupante. Voltámos a sofrer dois golos consecutivos num curto espaço de tempo.

Rui Vitoria tem vindo a repetir o mesmo onze titular, dando a entender que serão estes os jogadores que vão iniciar a partida contra os Turcos. A única dúvida é a escolha de Castillo ou Ferreyra no início da partida.

Confesso que gosto deste esquema (433), no entanto falta-lhe o último terço. A equipa parece jogar apenas com 10 elementos, o homem mais avançado pouco participa no jogo, ao ponto de não ter colaborado em nenhum golo nem sequer nas oportunidades mais flagrantes. Dá que pensar.  Julgo que Jonas deve entrar na equação, até porque já tem o  entrosamento necessário com os companheiros.

Defensivamente há ainda muito a fazer. A forma fácil com que os adversários entram no último terço do nosso terreno é preocupante. Responsabilidades a partilhar entre a defesa e o meio campo. Valeu, mais uma vez, a grande exibição de Odysseas, que ganhou definitivamente o lugar.

 

Resumindo, Rui Vitória tem a obrigação de tirar ilações dos últimos 3 jogos, em particular este com o Lyon e aquele com o Borussia. Deve ter particular atenção às laterais. As subidas constantes de Grimaldo e Almeida são uma dor de cabeça para os centrais e também para Fejsa, que andam constantemente a fazer as dobras e, consequentemente, a abrir buracos na defesa e meio campo. É necessário mais coordenação e um meio campo mais experiente.

Gedson fez, na minha opinião, um grande jogo e uma excelente pré-época, tendo em conta a idade e a falta de experiência a este nível. Sem medos, mostrou determinação, raça, atrevimento e muita qualidade. Se chega para ser titular é outra questão, falta a maturidade, e isso vem com os jogos. Um elemento importante numa época desgastante, se Rui Vitória quiser, tem ali um suplemento a utilizar sempre que necessário.

Tanto Samaris, o recuo de Pizzi ou mesmo Semedo podem oferecer essa experiencia.

 

Rui Vitória tem muito com que se entreter, já não tem é muito tempo e as experiências já terminaram. Agora é pegar em todas as informações que recolheu e definir a estratégia e as peças mais adequadas.  

 

Carrega Benfica.

 

                    

publicado por Tasqueiro às 14:50
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4 comentários:
De joao carlos a 3 de Agosto de 2018 às 01:45
sim a gelson falta experiência e tem de ter alguém que seja titular para ele poder crescer sem pressão.

mas alfa também não tem experiência, alem de que tecnicamente é muito mais limitado.
samaris nunca contou por isso não vai ser agora o que o treinador vai contar com ele.
pizzi não pode ser o 8 da equipa não sabe defender, não faz pressão, e onde ele é bom é próximo da área e a finalizar.

e o nosso problema é que queremos jogar com dois 10 mas depois para equilibrar em vez de jogar com avançados pelas alas jogamos com extremos e transformamos o 433 em 451 e depois temos isto pouca gente na área e jogo sempre inconsequente que o ano passado só disfarçou com a finalização e a eficácia do jonas.

De Anónimo a 3 de Agosto de 2018 às 02:26
O pouca gente na área, não tem a ver com sistemas. Resulta da falta de dinâmica da maior parte dos jogadores. Quando Gedson, que vem da equipa B, é dos jogadores mais dinâmicos. Está tudo dito. E o chouriço, como chouriço que é, não compreende nada disto.
De Tasqueiro a 3 de Agosto de 2018 às 09:03
Alfa Semedo vem do Moreirense, tendo efectuado uma boa época.
Samaris, do plantel, é o mais indicado para o lugar. Infelizmente Vitória não concorda, basta ver que preferiu Filipe Augusto.
O problema de Pizzi é a falta de agressividade defensiva, pois o resto tem tudo. Num 442 é curto, num 433 talvez dê resultado.
De joao carlos a 5 de Agosto de 2018 às 01:11
mas a diferença do alfa para o gedson é apenas um ano.
ainda por cima a boa época dele foi a central.

essa do pizzi é como dizer que o roberto é excelente não fossem os frangos.
no centro quando muito a terceiro médio e de recurso porque ele perde muitas bolas e no meio isso é fatal, numa das pontas tiras proveito do melhor dele e limitas os seus defeitos.

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