Quarta-feira, 6 de Novembro de 2019

Redefinir objectivos

 

O regresso à penosa realidade das competições europeias. O Benfica demostrou mais uma vez não ter estofo para estas andanças.

 

Os adversários superam em força, em rapidez e experiência. A aposta na formação é estratégica e acertada, o erro está no procedimento dessa mesma aposta.

 

O Benfica tem no plantel principal 30 jogadores, número que acho excessivo e que vai contra as ideias de Lage, mas que por razões inexplicáveis é a escala com quem tem de trabalhar.

 

A este nível é necessário arcaboiço psicológico e para isso é imprescindível a experiência. Um jovem, por maior que seja a sua qualidade, tem de entrar num ambiente estável, onde se sinta protegido. Esse amparo é oferecido por jogadores experientes e de qualidade inquestionável.

 

Os jogadores estrageiros que façam parte do plantel têm, inevitavelmente, de fazer a diferença. O mesmo serve para aquisições nacionais.

 

O Benfica desperdiça tempo, espaço e principalmente recursos com jogadores em fim de linha, sem a qualidade exigível, ou por razões desconhecidas, em jogadores como: Jardel, Conti, Ebuehi, Fesja, Samaris, Zivkovic, Caio Lucas e Taarabt. Há mais, mas ficamos por aqui.

 

 

A nível directivo a mensagem é barro na parede. Mude-se o paradigma ou a mensagem. Decidam, mas em tempo útil.

 

                     

publicado por Tasqueiro às 09:56
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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2019

Decepção

 

Esta derrota vai deixar marcas na Nação Benfiquista. Vamos aguardar, ou muito me engano, ou vai começar a contestação e ninguem vai escapar. Jogadores, equipa técnica e estrutura (esta já sentiu um cheirinho) que se preparem.

Lage tem vindo a perder o estado de graça e encontra-se numa fase de incerteza. Os Benfiquistas necessitam rapidamente de uma demonstração de firmeza ou o caldo pode entornar, situação que pode piorar a relação já de si instável com a estrutura, o que pode inevitavelmente gerar a saída do treinador.

O Benfica joga muito pouco e está cada vez mais parecido com as últimas exibições de Rui Vitória. Mau sinal.

A equipa entra em campo sempre na espectativa, o adversário é que decide o rumo e a intensidade do jogo. Verifica-se uma preocupante falta de competitividade nos jogadores e no banco demasiada apatia.  

Tanto no campo como no banco dá a sensação de que estão todos à espera de um rasgo individual que possa fazer a diferença. A bola, quando é nossa, rola demasiado nos pés dos jogadores e pouco sozinha. Tudo muito lento, sem grande convicção e o caminho escolhido é reiteradamente para os lados ou para traz.

O positivo deste jogo foi o golo de RDT.

 

Mudanças exigem-se.

   

publicado por Tasqueiro às 15:53
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019

Vã promessa da aposta além-fronteiras

 

Começa a ser repetitivo este Benfica nas competições europeias. Existe a entrega e o esforço por parte dos jogadores, mas falta sempre qualquer coisa para conseguir resultados positivos.

 

Parece-me obvio que no vasto plantel do Benfica há um onze perfeitamente à altura deste adversário alemão. O problema, tal como noutras ocasiões, essa equipa não vai a jogo.

 

A ausência de jogadores fundamentais para dar outra dimensão ao jogo do Benfica nestas partidas é recorrente. Seja por lesões, cansaço ou simplesmente por opção nunca se joga com o melhor onze.

 

As sucessivas lesões, em quantidade e gravidade, ano após ano, devem ter por parte da equipa técnica e da estrutura uma reflexão séria. Não pode ser só o azar a explicação para tanta contrariedade.

 

Relativamente às opções da equipa técnica, há uma clara aposta no campeonato em detrimento da champions. No campeonato jogam sempre os mesmos, com todas as vicissitudes daí decorrentes, com por exemplo o cansaço, as lesões dos titulares e a falta de ritmo dos jogadores que dão o corpo às balas nas competições europeias.

 

Há uma clara falta de rotatividade no campeonato. As substituições, geralmente tardias (como se verificou com Tomás Tavares) e repetitivas retiram oportunidades que são fundamentais para formar um plantel (rotinado e competitivo) à altura das exigências da época. Estas opções devem ser prática em jogos cujo resultado está feito ou em partidas teoricamente mais acessíveis, para que peças fundamentais sejam resguardadas para desafios mais exigentes.

 

Jogadores relevantes que se encontram lesionados ou condicionados:

André Almeida, Florentino, Gabriel, Gedson, Chiquinho, Zivkovic, Vinícius e Rafa.

 

Assim é difícil.

 

             

 

publicado por Tasqueiro às 09:28
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Quinta-feira, 4 de Abril de 2019

Defender resultados dá nisto

 

Exibição sem raça, sem crer, sem ambição. Mais parecia um frete.

 

Quando Lage no início desta aventura disse que era importante reconquistar os adeptos, que os jogadores tinham de perceber que tipo de homens eram e que equipa queriam apresentar, com certeza que não estava a falar desta que se apresentou em Alvalade para defender a presença na final da Taça de Portugal.

 

A vantagem atingida na Luz era mínima e a atitude que os lagartos vinham demonstrando em relação ao Benfica eram sinais suficientes para prever a atitude com que iam encarar esta partida. Se incluirmos, a este cenário, as arbitragens desta época e o nome do árbitro nomeado para esta partida, seria suficiente para accionarem os alarmes no Seixal.

 

O que se viu foi um Clube 10 anos à frente, com mais de 100 anos de história e situações semelhantes, a cometer os mesmos erros. Desvalorizar o adversário e tudo o resto que rodeia estes jogos, com especial destaque para a arbitragem.

 

Sugiro uma reflexão profunda por parte da estrutura e equipas técnicas, ou este tropeção pode acabar numa queda bem dolorosa.

 

Nota: São todos muito lestos a pedir estádios e pavilhões cheios, para apoiar as respectivas Equipas, no entanto, quando isso acontece, os Adeptos são correntemente presenteados com derrotas. Esta época tem sido assim no hóquei, no basket e mais recentemente com a Equipa principal, isto apenas para falar em planteis cuja qualidade são manifestamente superior aos dos adversários. 

 

             

publicado por Tasqueiro às 14:22
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2019

Sentimentos e intuições

 

Há jogos em que apesar do resultado ser desfavorável ficamos com aquela sensação de esperança, sentimento esse que acaba por nos dar algum entusiasmo para o futuro.

Pelo contrário, há outros que o desaire nos mergulha num profundo pessimismo.

 

No primeiro caso, o sentimento de confiança é tanto maior quanto maior for a dificuldade que a equipa teve pela frente nesse mesmo jogo, subindo o entusiamo proporcionalmente a quantidade e gravidade dos erros dos arbitros. A meia-final da taça da liga foi um jogo desses, e a maneira como perdemos é ainda mais angustiante do que a derrota, perdeu-se toda a vergonha e não se vislumbra qualquer respeito pela justiça. Julgo que … melhor, desejo que esta arbitragem tenha atingido o limite da pouca-vergonha, e que a partir de agora haja mais dignidade.

Na segunda circunstância temos os exemplos do basquete e do hóquei. Duas derrotas por diferenças significativas. Se o caso do basquete tem a atenuante de ser jogado no Porto e de ser a primeira derrota da época, o hóquei jogou em casa e precisava dos pontos para ter ainda a esperança no título.

 

Resumindo, foi uma semana cheia de emoções, com derrotas em excesso, e onde os acontecimentos por vezes são antagónicos aos sentimentos, tudo dependendo da forma como perdemos. A jogar bem o sofrimento é atenuado, porque o desaire  tem a razão no azar ou nos erros arbitrais, o contrário leva-nos à descrença porque, com planteis superiores, as equipas revelaram da falta de determinação e sem essa ambição não há gloria, facto determinante para a historia do Glorioso Benfica.

 

Nada como ganhar os próximos jogos e se for de forma convincente tanto melhor. É que tudo o que têm passado neste ano e meio, os Benfiquistas não só merecem como necessitam desses resultados.

 

Carrega Benfica.

 

          

publicado por Tasqueiro às 14:26
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2018

Inépcia

 

Na minha juventude joguei futebol de onze. Foi a nível distrital e de inatel, mas a exigência estava lá, a pressão também, pelo menos a de não fazer má figura em frente a família, amigos, vizinhos ou até apenas conhecidos.

Lembro-me de fazer treinos onde apenas podíamos dar um a dois toques na bola, a finalidade consistia em treinar o corpo e a mente a pensar e executar rápido. Também me lembro muito bem de ouvir das boas, quando num exercício, que concluía num centro para a área, a bola não chegava em condições.

A ver o Benfica jogar, chego facilmente à conclusão de que estas práticas devem estar desactualizadas a este nível de exigência. Falo de um nível, tipo “10 anos à frente”.

Parece que no Moreirense a tradição se mantem.

Esteve tudo ao contrário, os azuis a jogar à Benfica e os vermelhos, um clube de escalão inferior, incapaz de ripostar.

Tudo torna-se ainda mais incompreensível quando é a segunda vez consecutiva, e antes já tinham ocorrido sinais inquietantes.

 

Mais uma vez as vozes no Benfica dividem-se. Nem tudo está mal, mas há definitivamente algo que está mal.

Afirma-se na BTV que aquele espaço é de democracia. Pois na minha opinião diria que é mais um espaço de consensos, o que é bastante invulgar para esta altura do campeonato. Num espaço de Benfiquistas é sempre difícil encontrar unanimidade, até mesmo em tempos de fartura.

 

JJ é dado como interesse do Benfica, com acordo verbal e tudo. Ainda não foi confirmado nem desmentido, e o Rui Vitória a arder. Ou isto é estratégia muito à frente (tipo 10 anos) ou inépcia total.

Aguarda-se uma posição, uma atitude ou acção. Qualquer coisa que accione uma consequência. Ou desmente-se os jornais, ou apresente-se uma alternativa, JJ é que não!!

 

              

publicado por Tasqueiro às 15:17
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2018

Altura de actuar com sapiência

 

Era uma oportunidade de liderar o campeonato, isolado à frente da concorrência. Um aditivo anímico após a derrota dramática em Amsterdam que iria serenar os ânimos, que se encontram exaltados, e dar uma força extra para os jogos importantes que se avizinham.

Aconteceu tudo ao contrário. Foi uma derrota humilhante que deixou os Benfiquistas à beira de um ataque de nervos, um treinador a ser contestado e o Presidente em dificuldades para o manter.

 

Os pessimistas querem a cabeça do treinador e os mais radicais sugerem eleições antecipadas. Os últimos acontecimentos aliados ao falhanço do penta e o pleno de derrotas na Champions fizeram transbordar o copo.

Os optimistas desvalorizam as duas derrotas consecutivas, sustentam-se nas boas exibições da equipa, nas muitas oportunidades falhadas e defendem Rui Vitória atribuindo-lhe o mérito de conseguir valorizar os jovens da formação.

 

A minha opinião não é tão radical como os pessimistas nem tão benevolente como os optimistas. Eu vejo jogadores perdidos em campo, com a obrigação de ganhar, sem saberem o que fazer e como lá chegar. Um treinador sem soluções e com muitas dificuldades em gerir o grupo de trabalho. Vão-lhe valendo os tiros certos na formação.

Vejo uma estrutura demasiado focada no negócio. Não consigo desassociar a má gestão do plantel com os negócios cozinhados nos gabinetes. 

 

O Benfica precisa de um treinador com peso na estrutura. Que não só perceba de futebol e que aposte na formação, mas que seja um Homem corajoso, um revolucionário que acabe com a ditadura financeira do Clube.

  

Aos Benfiquistas pede-se reflexão. As decisões precipitadas nunca deram bom resultado e este é um terreno fértil para oportunistas.

 

Para terminar, faz-me muita confusão este Benfica. As nomeações e respectivas performances da arbitragem têm sido uma incompetência. O VAR é um desastre. A Liga de Clubes idem. Os ataques da imprensa e dos aliados intensificam-se. O segredo de justiça parece um queijo suíço. O silêncio das entidades competentes é preocupante, mas a inércia do Benfica é medonha.

 

Acorda Benfica.

 

  

publicado por Tasqueiro às 15:03
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2018

Resta lutar pelo Liga Europa

 

Em primeiro lugar quero destacar que se tratou de um grande jogo de futebol (muito à conta da dinamica do Ajax) e merecia um resultado com mais golos. O Ajax apresentou um futebol próximo do clássico futebol total, à imagem da geração de Johan Cruijff, faltando apenas a genialidade do melhor jogador holandês de todos os tempos. A manter-se esta performance, estou convicto de que esta equipa pode muito bem passar em primeiro lugar no grupo.

Relativamente ao Benfica, não entusiasma. Os problemas persistem, tanto na defesa como no ataque.

A primeira fase de construção não existe, é demasiado lenta e quando pressionada passa por grandes dificuldades. A bola, através de atrasos consecutivos, acaba sempre no guarda-redes, que já pressionado, tem de a despachar com pontapé para a frente sem grande precisão.

No ataque temos um Seferovic esforçado que até é competente nas recessões às bolas bombeadas e quando bem acompanhado consegue-lhes dar seguimento, no entanto, se falta o apoio não consegue reter a bola, muito menos desenvolver qualquer jogada individualmente. Possui um remate fácil, é útil em jogadas de contra-ataque, mas o problema reside na falta de talento.

Não concordei com a vinda de Rui Vitória para o Benfica, não lhe reconheço capacidades para treinar este Glorioso Clube. Admito que pontualmente tem estado à altura do desafio, em particular no lançamento dos Jovens da Formação, mas é pouco. Ontem o jogo precisava de músculo e intensidade, pois em vez de Alfa (que foi o herói de Atenas) meteu o Gabriel. Fico na dúvida se Cervi entrou para refrescar o ataque ou se foi para perder tempo. Este Benfica não consegue ter a bola, e sem bola tudo se torna mais difícil, a não ser que se pretenda adoptar o modelo de contra-ataque. Espera-se muito mais de um treinador do Benfica, quando tem à sua disposição tanta qualidade. O Ajax que sirva de exemplo.

Ficou um penalti claro por marcar a favor do Benfica. Até aí temos tido pouca sorte.

 

                 

publicado por Tasqueiro às 14:05
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

Previsível mas … esperava mais

 

Com diferenças tão acentuadas na qualidade das equipas, na competitividade dos campeonatos, na mentalidade dos intervenientes e até na organização dos Clubes, a que sobressai e é transversal a quase tudo isso é a parte financeira.

O dinheiro pode melhorar quase todas estas condições, mas infelizmente há outras que são congénitas. Com dinheiro podemos comprar melhores jogadores, melhores treinadores e consequentemente estimular a autoconfiança. Com capital tudo parece mais simples em termos organizacionais. Infelizmente nem com uma fortuna o Benfica pode mudar de campeonato.

Não se tratam de desculpas é a realidade, mas não pode servir para Rui Vitória vir reclamar como um êxito a quantidade de remates efectuados por parte da sua equipa. Acho que podemos e devemos fazer melhor, e era por aí que devia orientar o discurso … erradicar o conformismo e estimular a exigência.

Apreciando o outro resultado do grupo, não vejo outra forma de passar à fase seguinte que não seja o pleno de vitórias com os restantes adversários. Considerando que o Benfica vai discutir a passagem com Ajax e AEK, qualquer ponto cedido no confronto directo será determinante.

Importante recordar que o ultimo jogo do Bayern, provavelmente já apurado, vai ser em Amesterdão. Grande oportunidade para os holandeses amealharem pontos.

 

Aplaudir a atitude do Renato, que pediu desculpa pelo golo marcado, não me merece qualquer reparo. A atitude genuína dos Benfiquistas merece, da sua parte, um empenho correspondente nas próximas jornadas da competição.     

 

                         

publicado por Tasqueiro às 09:15
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018

Pré-época – 6º Jogo (International Champions Cup / Eusébio Cup)

 

O último jogo de pré-época termina com uma derrota. Não tendo sido de maneira nenhuma desonrante, foi de certa forma preocupante. Voltámos a sofrer dois golos consecutivos num curto espaço de tempo.

Rui Vitoria tem vindo a repetir o mesmo onze titular, dando a entender que serão estes os jogadores que vão iniciar a partida contra os Turcos. A única dúvida é a escolha de Castillo ou Ferreyra no início da partida.

Confesso que gosto deste esquema (433), no entanto falta-lhe o último terço. A equipa parece jogar apenas com 10 elementos, o homem mais avançado pouco participa no jogo, ao ponto de não ter colaborado em nenhum golo nem sequer nas oportunidades mais flagrantes. Dá que pensar.  Julgo que Jonas deve entrar na equação, até porque já tem o  entrosamento necessário com os companheiros.

Defensivamente há ainda muito a fazer. A forma fácil com que os adversários entram no último terço do nosso terreno é preocupante. Responsabilidades a partilhar entre a defesa e o meio campo. Valeu, mais uma vez, a grande exibição de Odysseas, que ganhou definitivamente o lugar.

 

Resumindo, Rui Vitória tem a obrigação de tirar ilações dos últimos 3 jogos, em particular este com o Lyon e aquele com o Borussia. Deve ter particular atenção às laterais. As subidas constantes de Grimaldo e Almeida são uma dor de cabeça para os centrais e também para Fejsa, que andam constantemente a fazer as dobras e, consequentemente, a abrir buracos na defesa e meio campo. É necessário mais coordenação e um meio campo mais experiente.

Gedson fez, na minha opinião, um grande jogo e uma excelente pré-época, tendo em conta a idade e a falta de experiência a este nível. Sem medos, mostrou determinação, raça, atrevimento e muita qualidade. Se chega para ser titular é outra questão, falta a maturidade, e isso vem com os jogos. Um elemento importante numa época desgastante, se Rui Vitória quiser, tem ali um suplemento a utilizar sempre que necessário.

Tanto Samaris, o recuo de Pizzi ou mesmo Semedo podem oferecer essa experiencia.

 

Rui Vitória tem muito com que se entreter, já não tem é muito tempo e as experiências já terminaram. Agora é pegar em todas as informações que recolheu e definir a estratégia e as peças mais adequadas.  

 

Carrega Benfica.

 

                    

publicado por Tasqueiro às 14:50
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