Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2020

Frustrante

 

Sinto-me extramente desiludido.

A equipa do Benfica é, actualmente, de uma dimensão demasiado pequena para a Europa. Em Portugal ainda é líder mas, também aqui, as coisas não estão totalmente consolidadas.

Lage apareceu como uma lufada de ar fresco. Quando chegou olhou para o plantel e fez aquilo que parecia certo na altura, colocou os melhores e simplificou os processos. Na altura parecia o antidoto certo para o mal de que padecia a equipa de Rui Vitoria.

Hoje a equipa parece ter regredido, dá a sensação de que à medida que Lage vai consolidando as suas ideias pior ela joga. Os processos simples complicaram-se, existem escolhas e as ausências incompreensíveis, o discurso é confuso e por vezes irrealista. «Nunca abdiquei de nenhuma competição, nem fiz gestão de nada» - simplesmente surreal.

Os jogadores parecem desorientados em campo, situação que os arrasta para uma insegurança fatal. A contratação de Weigl afigurava-se como um upgrade no plantel, um passo para uma nova fase “O Benfica Europeu”, parece agora um jogador banal longe da dimensão que atingiu em Dortmund.

Avizinham-se tempos difíceis para o Benfica. O Benfica de Lage e de Vieira … e as eleições estão ai à porta.

                        

publicado por Tasqueiro às 15:00
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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019

É preciso mais

 

São nestes jogos da Champions que se pode avaliar a real valia do plantel do Benfica. Independentemente das ideias e escolhas do treinador é na disputa directa, entre os jogadores, em campo que se consegue perceber a limitação dos nossos. Penso que não temos o que é preciso para vingar nestas andanças.

A qualidade dos artistas é um dos motivos para não termos sucesso nesta competição.

Outro, este com ligação directa ao primeiro, é o arcaboiço psicológico dos jogadores, factor determinante em qualquer competição, e aí entramos quase sempre em desvantagem.

Depois, e não menos importante, é a intensidade de jogo. A competição em Portugal em comparação com as melhores ligas europeias é, salvo raras excepções, equivalente a uma estância de férias.

Juntamos a carência destes três factores e temos a tempestade perfeita.

 

O plantel do Benfica é constituído por 30 jogadores, não é preciso ser perito na matéria para se chegar à conclusão de que se trata de um número excessivo, prejudicial para a competitividade e desastroso para consolidação de jogo. Equipam-se 18, só 14 têm a possibilidade de jogar e o resto vai para a bancada. Um desperdício de recursos (humanos e financeiros) e uma danosa gestão de espectativas.

Não seria mais “saudável” criar um plantel constituído por um núcleo de 18 jogadores, todos (ou a maioria, tipo 15 ou 16) de nível superior? Suficientemente experientes, tecnicamente superiores, o indispensável para não tremem num jogo de Champions !? Até podem ser da formação (ex: Ruben Dias), ou aquisições nacionais (ex: Rafa), têm é de ser dos bons.

Aquisições, sejam nacionais ou estrangeiros, que não tenham capacidade/atributos para jogar (e fazer a diferença) num dérbi, num clássico ou numa Champions, não podem fazer parte do plantel do Benfica.

É fundamental uma maior interactividade entre o plantel principal e as equipas de formação, nomeadamente equipa B e Sub-23. Não faz sentido jogadores com Gedson ou Jota terem tão poucos minutos de competição. Se não vai a jogo numa, tem de jogar na noutra, não pode é ficar parado no tempo à espera da oportunidade. Tudo tem de ser mais fluido.

 

É preciso mais exigência … a começar pelos líderes.

 

Estamos fora da Champions. Este até foi um jogo com bastante competitivo, o Benfica jogou com as armas que tinha e foi dando conta do recado. Fê-lo melhor que em jogos anteriores, aí sim, onde perdemos o comboio para a fase seguinte.

 

            

                    

publicado por Tasqueiro às 15:20
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Terça-feira, 12 de Março de 2019

Decepção angustiante

 

Pior que a decepção de perder pontos em casa e nesta altura do campeonato é a forma angustiante como sofremos os golos.

O adversário sem nada ter feito para marcar consegue facturar 2 golos e roubar outros tantos pontos ao Benfica.

O azar (neste caso paragem cerebral) de uns é a sorte de outros. Claro que para se ganhar é preciso apostar, mas neste caso não encontro ditado que sirva esta fatalidade.

A arbitragem foi igual a si própria. Parece que, para além do desígnio nacional de salvar o Sporting, há também uma vontade arbitral de dificultar a vida ao Benfica. Em todas aquelas mãos na área, o árbitro não encontrou nenhuma que preenchesse os requisitos para a marcação de um penalti. A expulsão no fim do jogo veio com meia hora de atraso e num lance onde não pode haver qualquer dúvida de exibir um amarelo, nem que fosse o segundo.

 

Resta levantar a cabeça (em especial a Odisseas e Ruben) e no próximo jogo fazer melhor (ou igual, desde que não se repita idênticos erros).

 

                      

publicado por Tasqueiro às 15:22
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2018

Decepção total

 

O pior Benfica deste ano. Nem na pré-época eu vi tanto disparate. O campo estava pesado, o jogo começou atrasado uma hora, mas foram circunstâncias que prejudicaram as duas equipas. Até porque o estado do terreno não impediu o Chaves de jogar decentemente.

O Benfica nunca teve o controlo do jogo, apesar de ter iniciado a partida praticamente a ganhar, num lance de contra-ataque. Meio campo demasiado macio, pouca ou nenhuma pressão e quase sempre ineficaz. As perdas de bolas sucediam-se de forma chocante, com os jogadores do Benfica a perderem praticamente todos os duelos.

O jogo da champions não pode ser a causa de tanto desacerto e falta de empenho.   

Quando a exibição é fraca, o Benfica fica sempre à mercê da arbitragem. É tão notório e recorrente que já todos deviam estar vacinados para este problema.

Não percebo porque não foi feita a troca de posição entre Conti e Ruben Dias ao intervalo.

 

                       

publicado por Tasqueiro às 13:34
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2018

Pré-época – 5º Jogo (International Champions Cup)

 

Exibição morna num jogo onde faltaram as oportunidades de golo (2) para o lado do Benfica. Gedson teve nos pés a melhor oportunidade (a outra foi Sálvio) para marcar, no entanto, evidenciou uma clara falta de “calo”. Muita posse de bola sem sequência e pouco acerto nas decisões do último terço de terreno. Excepção a Grimaldo que esteve prefeito na marcação do livre directo.

Ao inverso do jogo com o Dortmund, desta vez começamos a ganhar, depois consentimos o empate e fomos derrotados nos penaltis. Resultado positivo graças à boa exibição de Odysseas. Parece que temos reforço.

Numa análise fria, conclui-se que estamos ainda a uma grande distância das equipas da elite europeia. As constantes sangrias no plantel retiram estabilidade e reduzem muito a capacidade de crescer qualitativamente.   

Por enquanto vai dando para a competição interna e para ir fazendo algum na liga dos milhões. 

 

               

publicado por Tasqueiro às 16:14
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2018

Pré-época – 4º Jogo (International Champions Cup)

 

Bom jogo para por à prova os técnicos e os nossos jogadores, e toda a panóplia de assuntos técnico-tácticos. O Dortmund é uma das equipas de topo mundial, como o é a Juventus, nosso próximo adversário. São estes jogos que dão para descortinar se o plantel tem, ou não, nervo para estes andamentos, assim como detectar algumas lacunas existentes.

À primeira vista, percebe-se que a baliza é um caso a analisar com muita atenção e cuidado. Ou Odysseas é reforço ou tem de, forçosamente, ir ao mercado.

Também o lado esquerdo da defesa ficou mal na fotografia, Grimaldo parecia um passador. Se ofensivamente serve, defensivamente é muito intermitente, talvez seja boa política tentar a sua venda e adquirir um que seja defensivamente muito melhor (Ex: Jonas Hector – do FC Colónia).

Nas extremas também saltou à vista algumas insuficiências. Rafa é rápido e bom tecnicamente, mas falta sempre qualquer coisa. Bom arranque boa condução que acaba, habitualmente, em acidente, assim não dá. Também Zivkovic não me parece talhado para esse lugar, é mais médio interior que extremo. Dito isto, e com Zivkovic no meio, não sei até que ponto Gabriel faça assim tanta falta. Mais valia ir ao mercado adquirir um extremo e proceder ao regresso de Heriberto.

Resumindo, falta dar minutos a Odysseas, Ebuehi e Ferreyra. Jogadores ainda por avaliar.

 

No geral, gostei da atitude, da ousadia e sobretudo da entreajuda. Se os golos sofridos (falhas defensivas, mas também mérito do adversário) causam alguma inquietação, a recuperação da igualdade e o domínio nas penalidades são bons sinais e criam expectativa.

Próximo Sábado, às 18.00h, mais uma prova (Juventus).

 

Força Benfica.

 

                   

publicado por Tasqueiro às 15:36
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2018

Pré-época – 2º Jogo

 

Não consegui ver o jogo do princípio ao fim. Foi aos soluços, no entanto deu para ver que tudo aquilo foi uma vergonha. No lugar de Rui Vitória, a certa altura tinha chamado os jogadores e abandonado o campo.

Aquilo não foi um jogo de futebol. Com jogos tão importantes aí à porta, a coisa podia ter corrido mal. Foi sempre a aviar, porrada de criar bicho.

Nem no campo, nem nas bancadas, esta gente não tem respeito. O ódio está-lhes entranhado. O Benfica tem, de uma vez por todas, saber separa o trigo do joio. E os Benfiquistas também.

Gedson, na minha opinião, já ganhou um lugar no plantel.

 

Acorda Benfica.

 

               

publicado por Tasqueiro às 09:19
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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

Empate amargo

 

O empate do Benfica foi um mau resultado. A prova são os festejos da equipa adversária. O Benfica foi superior, falhou apenas no momento de concretizar. Não foi Casillas que impediu a vitória do Benfica, ele apenas se limitou a defender as bolas ao seu alcance.

 

Lá em cima são exímios em psicologia. São muitos os exemplos, mas Maxi e as repetidas atitudes para com antigos colegas e adeptos do Benfica, são bem demonstrativas disso.

 

Os profetas, que vaticinavam uma mudança na liderança do campeonato, viram agora baterias para Alvalade. Mais uma novela que aí vem.

 

Aguenta Benfica.

 

                        

 

publicado por Tasqueiro às 15:36
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Insuficiente

 

O Benfica foi a Paços de Ferreira jogar a continuação da liderança no campeonato. O jogo antecedia o clássico (jogo que vai ter papel importante na decisão do campeonato) e por isso era de grande importância vencê-lo. Num clássico é sempre melhor ir a jogo em vantagem pontual sobre o rival. Não aconteceu.

 

Entrámos no jogo de forma demasiadamente calma. Durante o jogo perdeu-se muito tempo em passes para o lado e para trás (começa a ser uma imagem de marca deste ano). As jogadas fizeram-se a ritmo demasiadamente baixo o que tornou difícil a tarefa de entrar em zonas de decisão. As bolas paradas são inofensivas (em cantos então tem sido um deserto), o que indicia pouco trabalho nesta matéria.

 

Do outro lado, como sempre, estiveram jogadores que defenderam com unhas e dentes cada pedaço de terreno, não tendo faltado as respectivas entradas agressivas (para não dizer outra coisa). O árbitro, como tem vindo a ser hábito, ficou-se pelos avisos.

 

Resumindo: pouca intensidade, poucas ocasiões, nenhuma eficácia, zero golos. Quando é assim, o máximo que se pode almejar é um empate.

 

Valeu o golo de João Carvalho.

 

     

publicado por Tasqueiro às 14:15
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016

O habitual

 

Já se estava a perder mas este ano recuperou-se a tradição. O jogo da vida de uns contra o bloqueio mental de outros.

De certo modo compreendo os jogadores do Benfica, não deve ser fácil levar com todo aquela raiva e ficar indiferente, mais as ausências, era de facto uma tarefa hercúlea.

Uma palavra de admiração e gratidão para os adeptos Benfiquistas presentes, uma autêntica demonstração de amor e principalmente de coragem.

Uma arbitragem tipo agre e doce. Se por um lado não se deixou levar por simulações, também não as puniu. Faltas só mesmo em território vermelho, do outro lado o mar estava “flat”. 

E assim se passou mais um dia de festa, pelo menos assim se tenta vender o momento. O ódio e o medo, sentimentos tão comuns em estado de guerra.

 

          

publicado por Tasqueiro às 16:08
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