Segunda-feira, 30 de Julho de 2018

Pré-época – 5º Jogo (International Champions Cup)

 

Exibição morna num jogo onde faltaram as oportunidades de golo (2) para o lado do Benfica. Gedson teve nos pés a melhor oportunidade (a outra foi Sálvio) para marcar, no entanto, evidenciou uma clara falta de “calo”. Muita posse de bola sem sequência e pouco acerto nas decisões do último terço de terreno. Excepção a Grimaldo que esteve prefeito na marcação do livre directo.

Ao inverso do jogo com o Dortmund, desta vez começamos a ganhar, depois consentimos o empate e fomos derrotados nos penaltis. Resultado positivo graças à boa exibição de Odysseas. Parece que temos reforço.

Numa análise fria, conclui-se que estamos ainda a uma grande distância das equipas da elite europeia. As constantes sangrias no plantel retiram estabilidade e reduzem muito a capacidade de crescer qualitativamente.   

Por enquanto vai dando para a competição interna e para ir fazendo algum na liga dos milhões. 

 

               

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Quinta-feira, 26 de Julho de 2018

Pré-época – 4º Jogo (International Champions Cup)

 

Bom jogo para por à prova os técnicos e os nossos jogadores, e toda a panóplia de assuntos técnico-tácticos. O Dortmund é uma das equipas de topo mundial, como o é a Juventus, nosso próximo adversário. São estes jogos que dão para descortinar se o plantel tem, ou não, nervo para estes andamentos, assim como detectar algumas lacunas existentes.

À primeira vista, percebe-se que a baliza é um caso a analisar com muita atenção e cuidado. Ou Odysseas é reforço ou tem de, forçosamente, ir ao mercado.

Também o lado esquerdo da defesa ficou mal na fotografia, Grimaldo parecia um passador. Se ofensivamente serve, defensivamente é muito intermitente, talvez seja boa política tentar a sua venda e adquirir um que seja defensivamente muito melhor (Ex: Jonas Hector – do FC Colónia).

Nas extremas também saltou à vista algumas insuficiências. Rafa é rápido e bom tecnicamente, mas falta sempre qualquer coisa. Bom arranque boa condução que acaba, habitualmente, em acidente, assim não dá. Também Zivkovic não me parece talhado para esse lugar, é mais médio interior que extremo. Dito isto, e com Zivkovic no meio, não sei até que ponto Gabriel faça assim tanta falta. Mais valia ir ao mercado adquirir um extremo e proceder ao regresso de Heriberto.

Resumindo, falta dar minutos a Odysseas, Ebuehi e Ferreyra. Jogadores ainda por avaliar.

 

No geral, gostei da atitude, da ousadia e sobretudo da entreajuda. Se os golos sofridos (falhas defensivas, mas também mérito do adversário) causam alguma inquietação, a recuperação da igualdade e o domínio nas penalidades são bons sinais e criam expectativa.

Próximo Sábado, às 18.00h, mais uma prova (Juventus).

 

Força Benfica.

 

                   

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Segunda-feira, 16 de Julho de 2018

Pré-época – 2º Jogo

 

Não consegui ver o jogo do princípio ao fim. Foi aos soluços, no entanto deu para ver que tudo aquilo foi uma vergonha. No lugar de Rui Vitória, a certa altura tinha chamado os jogadores e abandonado o campo.

Aquilo não foi um jogo de futebol. Com jogos tão importantes aí à porta, a coisa podia ter corrido mal. Foi sempre a aviar, porrada de criar bicho.

Nem no campo, nem nas bancadas, esta gente não tem respeito. O ódio está-lhes entranhado. O Benfica tem, de uma vez por todas, saber separa o trigo do joio. E os Benfiquistas também.

Gedson, na minha opinião, já ganhou um lugar no plantel.

 

Acorda Benfica.

 

               

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

Empate amargo

 

O empate do Benfica foi um mau resultado. A prova são os festejos da equipa adversária. O Benfica foi superior, falhou apenas no momento de concretizar. Não foi Casillas que impediu a vitória do Benfica, ele apenas se limitou a defender as bolas ao seu alcance.

 

Lá em cima são exímios em psicologia. São muitos os exemplos, mas Maxi e as repetidas atitudes para com antigos colegas e adeptos do Benfica, são bem demonstrativas disso.

 

Os profetas, que vaticinavam uma mudança na liderança do campeonato, viram agora baterias para Alvalade. Mais uma novela que aí vem.

 

Aguenta Benfica.

 

                        

 

publicado por Tasqueiro às 15:36
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Insuficiente

 

O Benfica foi a Paços de Ferreira jogar a continuação da liderança no campeonato. O jogo antecedia o clássico (jogo que vai ter papel importante na decisão do campeonato) e por isso era de grande importância vencê-lo. Num clássico é sempre melhor ir a jogo em vantagem pontual sobre o rival. Não aconteceu.

 

Entrámos no jogo de forma demasiadamente calma. Durante o jogo perdeu-se muito tempo em passes para o lado e para trás (começa a ser uma imagem de marca deste ano). As jogadas fizeram-se a ritmo demasiadamente baixo o que tornou difícil a tarefa de entrar em zonas de decisão. As bolas paradas são inofensivas (em cantos então tem sido um deserto), o que indicia pouco trabalho nesta matéria.

 

Do outro lado, como sempre, estiveram jogadores que defenderam com unhas e dentes cada pedaço de terreno, não tendo faltado as respectivas entradas agressivas (para não dizer outra coisa). O árbitro, como tem vindo a ser hábito, ficou-se pelos avisos.

 

Resumindo: pouca intensidade, poucas ocasiões, nenhuma eficácia, zero golos. Quando é assim, o máximo que se pode almejar é um empate.

 

Valeu o golo de João Carvalho.

 

     

publicado por Tasqueiro às 14:15
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016

O habitual

 

Já se estava a perder mas este ano recuperou-se a tradição. O jogo da vida de uns contra o bloqueio mental de outros.

De certo modo compreendo os jogadores do Benfica, não deve ser fácil levar com todo aquela raiva e ficar indiferente, mais as ausências, era de facto uma tarefa hercúlea.

Uma palavra de admiração e gratidão para os adeptos Benfiquistas presentes, uma autêntica demonstração de amor e principalmente de coragem.

Uma arbitragem tipo agre e doce. Se por um lado não se deixou levar por simulações, também não as puniu. Faltas só mesmo em território vermelho, do outro lado o mar estava “flat”. 

E assim se passou mais um dia de festa, pelo menos assim se tenta vender o momento. O ódio e o medo, sentimentos tão comuns em estado de guerra.

 

          

publicado por Tasqueiro às 16:08
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2016

Saímos a ganhar …

 

… porque fizemos um grande jogo, "olhos nos olhos" com uma das melhores equipas do mundo;

… porque terminámos esta campanha em grande forma, cheios de confiança para o que falta da época;

… porque, apesar da ausência de jogadores importantes (Jonas, Mitroglou e Gaitan), manteve-se o nível e ganhou-se tempo para recuperações, estão aí os próximos desafios;

…  porque Sálvio vem a caminho, Carcela provou, mais uma vez, que é reforço, Jiménez e Talisca cheios de confiança;

… porque a Luz brilhou mais uma vez, cortesia destes extraordinários Adeptos e patrocínio dos valorosos jogadores ;

… porque estamos de volta ao Topo europeu.

 

Outros ganhos:

Ederson, com esta exibição dificultou, ainda mais, a tarefa a Júlio César.

Talisca é um caso sério de eficácia, um verdadeiro “sniper”.

Eliseu acertou mais uma vez e Jiménez também.

Guedes novamente "decisivo".

Exibição de Renato Saches, mais que suficiente para a selecção, boa resposta do miúdo.

Pizzi saiu ao 57 minutos e Samaris descansou, Vitória também faz gestão.

 

Outros elogios:

As modalidades estão bem e recomendam-se. Especial destaque para o andebol (quem diria), está a uma vitória de marcar presença na decisão do Campeonato, já com a Taça de Portugal no museu, junto à do Volei, que também está a uma vitória de ganhar o Campeonato. Excelentes perspectivas para o Hoquei, Basket e Futsal.

 

Uma critica:

A equipa B está em maus lençóis. O futebol não convence e a descida de divisão é uma probabilidade bem real, um sério revés para a formação do Benfica. Convém ter especial, e urgente, atenção para o que se está a passar. Acções precisam-se, é fundamental salvar a época e repensar a estratégia para a próxima.

 

        

    

publicado por Tasqueiro às 09:11
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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2015

Atraso comprometedor

 

Rui Vitória tem vindo a falar na sua convicção relativamente à recuperação pontual, diz que estamos ainda no início e falta muito campeonato, no entanto, factualmente tem apenas conseguido dilatar o atraso pontual.

 

Uma primeira parte angustiante para os adeptos, jogou-se pouco e devagar, sem que, por parte do técnico, se visse qualquer reacção para uma alteração da situação. O autocarro madeirense aliado a uma marcação em cima dos jogadores, mais avançados, ia conseguindo eliminar qualquer jogada da equipa do Benfica, que jogava de forma lenta e previsível. Em resumo, na 1ª parte as cautelas levaram a melhor sobre o relaxamento.

 

Uma 2ª parte melhor, no entanto, tudo feito sobre a pressão do resultado. Os jogadores acordaram tarde para a realidade, o adversário utilizou todas as armas ao seu dispor, com faltas sucessivas para cortar jogadas e o antijogo para quebrar o ritmo. Como já era de esperar o árbitro “mandou jogar”.

 

Ainda assim, houve claras oportunidades de golo, faltou a clarividência na altura da finalização. Há dias assim, nada sai bem, por mais que se tente. O passe não sai, o remate vai ao lado ou a recepção é um desastre. Julgo que isso tem uma explicação, é resultado da falta de discernimento. Entregaram a 1ª parte aos interesses dos madeirenses e, quando despertaram na 2ª parte, fizeram de forma sobressalta a correr contra o relógio.

 

O futebol pode ser uma caixa de surpresas, mas o TRI está muito complicado. Era necessário correr muita coisa mal aos outros e quase tubo bem a nós. É certo que o futebol jogado dos rivais é fraco, mas as variáveis num jogo são muitas e esse aspecto têm-lhes sido favoráveis.

 

Resta esperar que a luta nos bastidores faça um deles tombar e, nessa altura, aproveitar para concretizar a ultrapassagem. O acesso à Champions é indispensável e na recta final, se a distância para o líder for atingível, com a pressão, tudo pode acontecer. 

 

                        

publicado por Tasqueiro às 15:19
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2015

A montanha pariu um rato

 

A comunicação social criou grande expectativa, talvez pelo desejo de um resultado desfavorável ao Benfica, ficando assim com mais matéria para vender. Saiu furado.

 

O suposto jogo do Título foi uma decepção. Ambas as equipas estiveram mais interessadas em não deixar jogar.

 

Os portistas a precisarem de ganhar, apresentaram uma equipa cheia de jogadores defensivos, demonstrando que a propriedade era não perder e tentar marcar através de um rasgo de génio de Jackson.

 

O Benfica apresentou a mesma equipa de sempre, com Talisca no lugar do lesionado Sálvio. Pequena alteração que fez toda a diferença. Talisca foi o pior jogador em campo, no entanto foi dele o lance de maior perigo (remate de cabeça que passou muito perto da baliza). Talvez a pior exibição do Benfica, este ano, no Estádio da Luz.

 

 Resumindo:

 

Num total de 11 remates, os guarda-redes tiveram de efectuar 3 defesas, todas com baixou grau de dificuldade.

 

Os cartões (9 amarelos) foram todos bem mostrados, com particular destaque para a simulação de Gaitan (tirou-me do sério). Jackson escapou ao 2º amarelo quando rematou à baliza do Benfica com o jogo parado.

 

Porto com mais posse de bola (55%), mais cantos (3x1), mais foras-de-jogo (7x0), mais faltas cometidas (25x17) e mais cartões (5x4).

 

Benfica com mais remates (6x5) com direcção à baliza (2x1) e com perigo (2x1).

 

Foi um jogo fraco com um resultado justo (0x0), favorável ao Benfica.

 

Faltam 4 jogos, o Benfica tem mais 3 pontos que o concorrente directo ao Titulo e a vantagem nos resultados dos jogos entre si.

 

                       

publicado por Tasqueiro às 14:50
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015

O derbi contemporâneo

 

Quis o destino que o Benfica marcasse o golo do empate aos 92+1. Sendo o primeiro, um número "fetiche" dos lagartos, não deixa de ser cómica a coincidência de o outro, estar associado ao sócio, na altura, concentradíssimo.

 

Num jogo com excesso de coração, praticamente não se jogou futebol. O Sporting deu tudo, mas só conseguiu marcar aproveitando um erro do adversário. O Benfica jogou no erro, só pecou por ter errado também.

 

Não sei se seria diferente para melhor, mas já que o objectivo era jogar na espectativa, e tendo um elemento a menos no meio campo relativamente ao adversário, preferia ter Talisca, ou mesmo Pizzi, em vez de Lima. Jonas, no melhor lance do jogo (A.Almeida), teria atirado à baliza em vez de servir o companheiro de ataque.

 

Infelizmente os petardos continuam, com a agravante de serem arremessados contra pessoas, situações recorrentes de maus comportamentos, que já devia de ter sido resolvidos à boa maneira inglesa. Os dirigentes do Sporting protestam, em vez disso devia olhar-se ao espelho e deixar-se hipocrisias. O problema é geral e não há ninguém que faça o quer que seja para o resolver. Não basta dizer que quer ou vai fazer, exige-se actos.

 

Os dois próximo jogos são com o mesmo Clube, apesar de o Benfica ir apresentar equipas substancialmente diferentes, o resultado quer-se o mesmo, vitórias. De preferência com nota artística.

 

                        

publicado por Tasqueiro às 17:01
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