Terça-feira, 15 de Setembro de 2020

Início de época

 

O Benfica vai iniciar, dentro de momentos, a sua época e com um jogo de importância vital para o seu futuro. É importante para a sua imagem, competitividade e finanças.

Reforçou o plantel com jogadores de qualidade inegável e ainda não saiu qualquer jogador importante. Jesus tem um plantel muito superior à da época transata e não está propriamente a fazer uma nova equipa. O trabalho é melhorar o desempenho dos que ficaram e adicionar a qualidade que chegou.

O que eu espero e exijo é uma equipa determinada a vencer.

 

Paok x Benfica.jpg

 

Carrega Benfica.

 

          

publicado por Tasqueiro às 16:30
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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2020

A nova época

 

Finalmente terminou o pesadelo.

Está na altura de iniciar os procedimentos com vista a próxima época.

O treinador e respetiva equipa técnica já estão, faltam os jogadores.

Em primeiro lugar há que arrumar a casa, o plantel é demasiado extenso e necessita de ser reduzido. Existem saídas que são de caras: Jardel e Diego Sousa. Depois há aqueles que estão no rol dos “quase que podia servir”: Zivkovic, Chiquinho, Cervi e Seferovic. E há o caso bicudo: Samaris, os Benfiquistas gostam dele, ele gosta do Benfica, entra em campo sempre com vontade mas não é aposta e está na altura de seguir caminho para outras bandas, ainda a tempo de dar algum retorno financeiro.

Posto isto, sobram os nossos rapazes da formação, alguns são grandes promessas mas não para consumo imediato: Zlobin, Tomás Tavares, Dantas, David Tavares, todos eles devem ser postos a rodar noutras equipas (1ª liga ou estrageiro). Já outros acho que devem merecer uma atenção especial e continuarem no plantel, mesmo que isso os leve a jogar com regularidade na equipa B: Svilar, Morato, Nuno Tavares e Gonçalo Ramos.

 

A permanecer na equipa do Sport Lisboa e Benfica são:

Odisseas, Rúben Dias, Ferro, André Almeida, Grimaldo, Florentino, Weigl, Gabriel, Taarabt, Pizzi, Rafa, Vinicius e o recém-contratado Pedrinho.

Para um plantel com 23 jogadores ficam a faltar 6. É a quantidade de aquisições que Luís Filipe Vieira e sus muchachos têm de, rapidamente, definir. Trata-se, pois, de um guarda-redes (fala-se em Helton Leite), um Central (prefiro o Koch, ao tal de cabrera), uma defesa direito (podia ser Zappacosta do Roma), um médio (fala-se no Éverton “cebolinha”), um avançado (um tal de Taremi) e um ponta-de-lança (acho que Waldschmidt está ao nosso alcance). Não podendo ser estes (os apontados) que sejam outros, mas que acrescentem qualidade, para entrar de caras.

Plantel 2020.21.png

 

Carrega Benfica ... mas carrega com força, querer e ambição.

              

publicado por Tasqueiro às 17:45
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Terça-feira, 28 de Julho de 2020

Treinador de bancada

 

Concluido o martírio do campeonato, é tempo de concentração total no jogo da taça.

É fundamental analisar o que falhou.

Resumindo: futebol previsível, lento, sem objetividade, sem consistência e a obsessão pela construção a partir do guarda-redes.

Já todos sabem o que a casa gasta, a estratégia passa pela pressão alta, enervar os jogadores do Benfica e provocar o desnorte. Depois é só colocar a bola na área, seja por cima ou junto à relva, e esperar um deslize, seja de um jogador ou de um árbitro.

Quando finalmente se consegue a transição (ou seja avançar no terreno) é feita em modo renda, um paço à frente seguido de outro para trás, recua-se muito e lateraliza-se demasiado.

No outro dia, quando os lagartos visitaram a Catedral, ouvi na BTV a palavra «reconstruir» para explicar um dos muitos atrasos. Mas reconstruir o quê, se nada ainda foi produzido?! Talvez esteja aqui uma das causas para o apagão, o Benfica tornou-se demasiado inovador.

Vamos lá mas é esquecer essas modernices e voltar à origem, com raça, querer e ambição.

Como a confiança não abona e o adversário é assanhado, façam favor de escolher os mais indicados para a batalha que vão enfrentar.

        

Taça 2020.png

 

     

publicado por Tasqueiro às 19:18
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2020

Queda livre

 

Após mais uma exibição pobre, Veríssimo diz isto:

“ ... Sofremos o golo na parte final do jogo, mas os nossos jogadores estão de parabéns pelo jogo que fizeram perante uma equipa que está a fazer um excelente campeonato. A equipa fez um jogo muito competente e consistente. Os jogadores dignificaram a camisola do Benfica.”

 

Em estado de negação e a exigência em queda livre.

Há bastante tempo que isto se tem vindo a verificar, incluindo Rui Vitória, e tem-se manifestado também na BTV.

             

publicado por Tasqueiro às 15:08
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2020

Sensibilidade e bom senso

 

Os Benfiquistas estão bastante desiludidos com o estado atual da equipa de futebol e cada vez mais desconfiados em relação ao presidente do Benfica. Tanto as exibições como os resultados da equipa têm sido miseráveis.

Se tudo vai bem em termos financeiros e patrimoniais, verifica-se o oposto na gestão do plantel e na comunicação do Clube.

A gestão do plantel tem sido incompreensível, cheio de equívocos e coloca a competência dos seus responsáveis em causa ou pior, indicia que nem sequer têm voto na matéria. Os anos passam e os problemas mantêm-se. Algo se passa de muito errado.

As mensagens de Vieira são excessivamente repetitivas relativamente ao passado e incoerentes com o presente e futuro. Tem sido assim durante os últimos anos, a ambição europeia do discurso contrasta com a realidade, um exemplo entre muitos outros.

 

As eleições estão ai à porta. 

O Benfica dispensa demagogias e candidatos de ocasião, desconhecidos e sem qualquer histórico na vida do Clube, já temos a experiencia do passado. Há que desconfiar dos discursos presunçosos. O que o Benfica precisa é de alguém para acrescentar, manter o que está bem (e muita coisa está bem), mas principalmente corrigir o que está mal.

Os Benfiquistas têm de refletir bem o próximo passo. Ter em conta o passado, distinguir o real do ilusório, ponderar os prós e contras e sobretudo não atuar precipitadamente. Sabemos com o que contamos, para o bem e para o mal, para mudar para pior mais vale estar quieto.

 

Relativamente ao plantel, pelo que vamos lendo e ouvindo é mais do mesmo. Veríssimo não é alternativa, é concordar com a continuidade. Precisa-se de uma mudança nem que seja apenas temporária. Renato Paiva seria a opção lógica.

Em termos de médio/longo prazo e dadas as circunstâncias atuais, o Benfica necessita de uma figura forte, com provas dadas, alguém que se dê ao respeito. Eu quero um futebol competitivo, dinâmico, consistente, entusiasmante, um plantel equilibrado, onde a formação conta mas não a qualquer custo.

Há que fazer uma limpeza no quadro competitivo, existem demasiados monos a sobrecarregar as finanças do Clube. Ter critério é essencial, poucos mas bons, a mesma fatura mas mais qualidade. Haja inteligência, mas sejam céleres.

             

 

publicado por Tasqueiro às 14:55
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2020

Tomar medidas, quanto antes

 

Julgo que já não vamos a tempo de terminar esta prova em primeiro lugar, mas ainda há um objetivo que podemos e devemos atingir.

Chegou o momento de tomar medidas e salvaguardar o acesso à Champions. Pontos precisam-se.

 

Entretanto é crucial começar a refletir, muito bem, na próxima época. Acabar definitivamente com os erros, sucessivos, do passado.

É obrigatório formar uma equipa equilibrada e competitiva, como foco na europa, ou então não vale apena. Aprovo a formação, se estiver à altura das exigências.

 

Acorda de vez Benfica.

         

publicado por Tasqueiro às 17:06
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2020

Tudo na mesma

 

Desde o meu último “post” que não há melhoras nas exibições da equipa. Aproveito esta vitória sofrida para comentar, resumidamente, o estado atual do Clube.

Começo pelas intervenções do Presidente. Aqui também tudo na mesma. Discurso similar a tantos outros, vai intercalando o bom com o enfadonho. Contudo não vejo alternativa válida no horizonte, apenas um amontoado de mexericos e desvaneios.

Relativamente à equipa, não se vislumbram melhoras. Plantel com excesso de jogadores limitados e acomodados. Problemas resultantes da construção do plantel, demasiado extenso e desequilibrado. 

Taticamente vazia, a equipa arrasta-se em campo. A pressão alta é constrangedora (o adversário fica sempre com uma opção de passe), faziam bem em ver o filme do jogo e aprender alguma coisa com o adversário.

Um meio campo inoperante ... e a culpa não é de Weigl.

A defesa, para não fugir à regra, mantem os mesmos problemas, com ou sem titulares, as bolas aéreas são um verdadeiro drama. Começa a irritar aqueles atrasos ao guarda-redes, mais vale um charuto para a frente do que ver depois a aflição geral. Que suplício.  

Apesar de tudo, acho que se a equipa tivesse uma atitude mais competitiva, muitos dos problemas passariam despercebidos. Infelizmente joga-se devagar devagarinho, Lage é o principal responsável. Exige-se mais ... e ele devia de exigir mais, muito mais.

Uma palavra para algumas personagens que aparecem na BTV: EXIGÊNCIA (sem subterfúgios).

 

                 

publicado por Tasqueiro às 16:15
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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2020

Frustrante

 

Sinto-me extramente desiludido.

A equipa do Benfica é, actualmente, de uma dimensão demasiado pequena para a Europa. Em Portugal ainda é líder mas, também aqui, as coisas não estão totalmente consolidadas.

Lage apareceu como uma lufada de ar fresco. Quando chegou olhou para o plantel e fez aquilo que parecia certo na altura, colocou os melhores e simplificou os processos. Na altura parecia o antidoto certo para o mal de que padecia a equipa de Rui Vitoria.

Hoje a equipa parece ter regredido, dá a sensação de que à medida que Lage vai consolidando as suas ideias pior ela joga. Os processos simples complicaram-se, existem escolhas e as ausências incompreensíveis, o discurso é confuso e por vezes irrealista. «Nunca abdiquei de nenhuma competição, nem fiz gestão de nada» - simplesmente surreal.

Os jogadores parecem desorientados em campo, situação que os arrasta para uma insegurança fatal. A contratação de Weigl afigurava-se como um upgrade no plantel, um passo para uma nova fase “O Benfica Europeu”, parece agora um jogador banal longe da dimensão que atingiu em Dortmund.

Avizinham-se tempos difíceis para o Benfica. O Benfica de Lage e de Vieira … e as eleições estão ai à porta.

                        

publicado por Tasqueiro às 15:00
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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020

Dá que pensar

 

Sendo apenas um treinador de bancada, há uma coisa que me salta à vista sem grande esforço, o Benfica está doente. A complicação não reside apenas em jogadores e equipa técnica, engloba toda a estrutura do Clube.

Apesar do enorme crescimento do Clube, que é inegável, há certos pormenores que não tiveram qualquer evolução. Continua a deficiente construção do plantel, uma sujeição a todos os niveis inexplicável relativamente ao concorrente directo e uma débil comunicação.

Todos os anos verificam-se falhas na construção do plantel. Há sempre jogadores a mais para certas posições e insuficiências evidentes noutras. O exemplo mais evidente é a posição de defesa esquerdo, Grimaldo tem sido única opção sem qualquer alternativa equivalente desde há muito, e demasiado, tempo.

Apesar das melhorias neste aspecto, continuamos com problemas psicológicos relevantes para com o nosso maior adversário interno. Dentro do campo é bem visível o contraste motivacional entre ambas as equipas.

Relativamente à comunicação do Benfica, é excelente relativamente ao marketing e publicidade, mas débil e ineficaz em todo o resto. Todos os dias somos atacados, a maioria das vezes com falsidades fáceis de desmontar, no entanto a atitude do Clube passa a maioria das vezes por uma enigmática passividade. 

 

Relativamente à última exibição da equipa, há coisas que me intrigam, nomeadamente a obsessão pelo 4x4x2. Com um meio campo enfraquecido (ausências de Gabriel e Weigl), agravado pelo debilitado estado em que se encontra o lado esquerdo da defesa, não compreendo a aposta num meio campo apenas com 2 unidades. O problema acentua-se quando verificamos que Florentino está com falta de ritmo e Taarabt, apesar do esforçado, não é propriamente um esteio defensivo.

Supostamente o esquema utilizado é ofensivo, no entanto passamos o jogo a defender. Na frente a pressão é deficiente e inofensiva, corre-se demasiado e sem qualquer utilidade.

Seferovic é outro mistério. Não é preciso ser um expert na matéria, está à vista de todos que o Suíço não está no seu melhor momento, no entanto é sempre a alternativa a Vinícius. Como era de esperar, apresentou–se em campo com semblante triste e passou ao lado do jogo. Parece-me a mim, que não percebo nada disto, que se querem recuperar o jogador terá de ser num jogo teoricamente mais acessível.

Depois temos Samaris. De jogador decisivo, na época anterior, a vetado num ápice. O que se passa? Certamente que não será pelo profissionalismo, seu comportamento sempre foi elogiado pelos responsáveis do Clube e o seu Benfiquismo é inegável. Se não serve porque não foi substituído em tempo útil?

Outra situação perturbadora é ir para os jogos europeus com uma atitude de ensaio. Fazer experiências em jogos deste nível de dificuldade é demasiado arriscado, principalmente numa altura de menos fulgor (para não dizer outra coisa) da Equipa.

 

O texto já vai longo, haveria muito mais para dizer, mas vou ficar por aqui.

Há demasiadas questões para uma estrutura supostamente tão competente.

 

Acorda Benfica.

                               

 

publicado por Tasqueiro às 10:57
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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2019

Previsível ou fracasso

 

Há duas maneiras de avaliar o resultado do Benfica na fase de grupos da Champions:

 

Visto de uma perspectiva puramente teórica, o Benfica tem o orçamento mais baixo do grupo. Comparando campeonatos, o Benfica tinha pela frente dois clubes do top 5 e apenas 1 de um campeonato equivalente à nossa Liga. Olhando friamente para os factos, pode-se concluir que o Benfica conseguiu um digno 3º lugar, ficando à frente do líder do campeonato russo que está a 10 pontos do 2º classificado … o Krasnodar.

 

Numa visão mais prática, este desfecho tem um amargo de boca. Ficou patente que, com um bocadinho de mais ambição, o Benfica tinha vencido a partida na Russia e estaria agora a caminho dos 1/8 de final da Champions.

 

Independentemente da maneira como olhamos para tudo isto, não se pode fugir à realidade, o Benfica se quer ir mais longe tem, inevitavelmente, de ser mais criterioso na formação do seu plantel.

Para se ser competitivo nos vários palcos e ter sucesso, inevitavelmente tem de haver rotatividade, mas sem que se perca qualidade.

 

Por agora e antes de tudo, há que não perder o foco no campeonato. Até ao confronto europeu, é essencial manter as distâncias, o que significa ganhar todos os jogos até ao dragão. Aí temos a possibilidade de tornar a nossa vida mais fácil.  Uma diferença de 7 pontos, dá a possibilidade de entrar com tudo na liga europa.

 

Carrega Benfica.

 

                  

publicado por Tasqueiro às 10:08
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