Terça-feira, 28 de Julho de 2020

Treinador de bancada

 

Concluido o martírio do campeonato, é tempo de concentração total no jogo da taça.

É fundamental analisar o que falhou.

Resumindo: futebol previsível, lento, sem objetividade, sem consistência e a obsessão pela construção a partir do guarda-redes.

Já todos sabem o que a casa gasta, a estratégia passa pela pressão alta, enervar os jogadores do Benfica e provocar o desnorte. Depois é só colocar a bola na área, seja por cima ou junto à relva, e esperar um deslize, seja de um jogador ou de um árbitro.

Quando finalmente se consegue a transição (ou seja avançar no terreno) é feita em modo renda, um paço à frente seguido de outro para trás, recua-se muito e lateraliza-se demasiado.

No outro dia, quando os lagartos visitaram a Catedral, ouvi na BTV a palavra «reconstruir» para explicar um dos muitos atrasos. Mas reconstruir o quê, se nada ainda foi produzido?! Talvez esteja aqui uma das causas para o apagão, o Benfica tornou-se demasiado inovador.

Vamos lá mas é esquecer essas modernices e voltar à origem, com raça, querer e ambição.

Como a confiança não abona e o adversário é assanhado, façam favor de escolher os mais indicados para a batalha que vão enfrentar.

        

Taça 2020.png

 

     

publicado por Tasqueiro às 19:18
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